Política Ética

ÉTICA, TRANSPARÊNCIA E BOAS PRÁTICAS NA PUBLICAÇÃO

A Revista Museologia e Patrimônio é um periódico científico que adota, por meio da sua política editorial, as Diretrizes sobre Transparência e Boas Práticas na Publicação  Acadêmica recomendadas pelo Committee on Publication Ethics (COPE). Tais princípios se associam a múltiplos aspectos nas práticas de publicação, como gestão do periódico, revisão por pares, uso e proteção de dados, diversidade, plágio, direitos autorais, revisão pós-publicação e ética em pesquisa. 

Por seu compromisso ético, Museologia e Patrimônio enfatiza a importância do direito à diversidade de pensamento e expressão, à acessibilidade e à inclusão na publicação acadêmica, respeitando-se a legislação vigente, em especial quanto a pesquisas envolvendo seres vivos.

Museologia e Patrimônio adota, como parâmetro de integridade na atividade científica, a Portaria CNPq Nº 2.664, de 6 de março de 2026. Os(as) autores(as) que publicam na revista se comprometem a seguir os preceitos dessa normativa, responsabilizando-se por eventuais infrações previstas nos seus artigos 30 a 32, independentemente da existência do apoio daquela agência.

Para publicação de textos referentes a pesquisas realizadas com seres vivos ou animais, a revista enfatiza aos(às) autores(as) a obrigatoriedade de atendimento à Resolução Nº 466, de 12 de dezembro de 2012, estabelecida pelo Conselho Nacional de Saúde do Brasil; à Lei Nº 14.874, de 28 de maio de 2024 e ao Decreto Nº 12.651, de 7 de outubro de 2025.

Assim, a revista se constitui como não apenas espaço privilegiado para reflexões do mais alto nível no campo da Museologia e do Patrimônio, mas também como uma plataforma em que o respeito à ética e às diferenças é imprescendível, não sendo aceitos procedimentos anti-éticos, discriminatórios ou difamatórios, seja a pessoas ou instituições. 

 

DETECÇÃO DE SIMILARIDADE OU MÁ CONDUTA

A revista adota o uso de ferramentas de detecção de similaridade. Em casos de identificação de má conduta na pesquisa (conforme indicado pelo COPE), o caso é submetido ao Conselho Editorial do periódico, para deliberação. Quando aplicável, a revista adota a publicação de erratas e retratações, preservando sua credibilidade.

 

USO DE FERRAMENTAS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA

Museologia e Patrimônio utilliza ferramentas de detecção de uso de Inteligência Artificial Generativa. Caso os(as) autores(as) tenham recorrido ao uso dessas ferramentas nos procedimentos de pesquisa e elaboração do texto submetido à Revista, deverão informar a(s) ferramenta(s) utilizada(s) e a(s) finalidade(s).

É vedada a submissão de conteúdo gerado por IAG como se fosse de autoria humana, sendo os(as) autores(as) integralmente responsáveis pelo conteúdo final, inclusive por eventuais plágios ou imprecisões geradas por essas ferramentas. Havendo suspeita ou denúncia de mau uso de IAG, o caso é submetido ao Conselho Editorial, para deliberação. Se comprovado o mau uso ou infração, a revista adota a publicação de erratas e retratações com despublicação do artigo.

 

POLÍTICA SOBRE CONFLITO DE INTERESSES

Pareceristas e autores devem sempre se manifestar ao se depararem com conflito de interesses que possam influenciar na avaliação de manuscritos. Quanto aos pareceres, eles são emitidos em duplo cego, não sendo identificada a autoria dos textos submetidos à revista, não podendo ser constituídos por justificativa ofensiva. 

 

QUESTÕES DE SEXO E GÊNERO

Museologia e Patrimônio considera as diretrizes sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research – SAGER). Essas diretrizes orientam o relato de informações sobre sexo e gênero no desenho do estudo, na análise de dados e nos resultados e interpretação dos achados. A revista adota, também, a política de equidade de gênero em sua equipe editorial.