Conservação participativa na perspectiva da Museologia Social
DOI:
https://doi.org/10.52192/1984-3917.2025v18n2p427-447Resumo
A presente reflexão discorre sobre alguns aspectos pertinentes da investigação Museologia Biófila: O Ponto de Memória da Estrutural, defendida pela autora deste artigo, na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia em Lisboa, no ano de 2020. Com base no arcabouço conceitual da Museologia Social e interfaces com outras áreas do conhecimento, a pesquisa preconiza a dialogia entre os participantes do processo, com grande propensão a estimular mudança de mentalidade. Apresenta exemplos de ações museais e seu alcance na comunidade participante acerca da conservação participativa. Nesse contexto, ao revisitar a tese, dá ênfase à importância da quebra de paradigmas na Conservação e na Museologia, defendendo na perspectiva da transdisciplinaridade, a Museologia Social e a Conservação Participativa. Além disso, enfatiza que a realização da Museologia Social implica no passo transdisciplinar pessoal, necessário para a sua compreensão. O texto perpassa a conjuntura social em que a pesquisa foi realizada, enfatizando a importância do protagonismo social nas ações museais e na vontade de memória, sem descurar do contexto da localidade.
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