Presença de Arminda: processos de construção da memória no Museu Villa-Lobos (1956-1985)
Resumo
Este estudo pretende compreender o processo de constituição de determinadas memórias sobre Heitor Villa-Lobos. A trajetória de Arminda Villa-Lobos (1912-1985), segunda mulher do compositor, é o fio condutor da investigação. Em uma convivência de mais de vinte anos, ela guardou e organizou centenas de partituras, documentos textuais, correspondências, fotografias e outros pertences de Villa-Lobos, os quais, após a morte do maestro, em 1959, passaram a compor o acervo do Museu Villa-Lobos (criado um ano mais tarde). Não por acaso, Arminda foi fundadora da instituição e a dirigiu por 25 anos. Pretendemos refletir sobre o processo de formação do Museu Villa-Lobos e do papel de Arminda, a fim de evidenciar temáticas privilegiadas e omitidas e questões políticas e institucionais em jogo, partindo do entendimento de que os objetos e as linhas de ação de um museu são signos de uma memória construída.Downloads
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