Interfaces e conflitos entre o conforto ambiental humano e a conservação preventiva do acervo em edifícios que abrigam coleções

Autores

  • Willi de Barros Gonçalves

Palavras-chave:

Museologia. Conservação preventiva de bens culturais. Conforto ambiental humano. Gerenciamento ambiental de acervos. Índices de desempenho.

Resumo

Este artigo discute interfaces e conflitos potenciais entre o conforto ambiental humano e a conservação preventiva do acervo, em edifícios que abrigam coleções. São comparadas diretrizes de gerenciamento ambiental (limites de temperatura e umidade relativa) para conservação preventiva de coleções contendo artefatos de madeira com a zona de conforto ambiental humano proposta por Givoni. Como estudo de caso, são apresentados resultados de monitoramento ambiental realizado na Capela da Ceia do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas – MG, entre 2011 e 2012. Dos dados obtidos no monitoramento foram derivados índices de desempenho as zonas de segurança ambiental estudadas. A comparação demonstrou que os parâmetros de controle ambiental visando à conservação das coleções são mais restritivos do que aqueles voltados para o conforto ambiental humano.

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Publicado

2016-04-20

Como Citar

Gonçalves, W. de B. (2016). Interfaces e conflitos entre o conforto ambiental humano e a conservação preventiva do acervo em edifícios que abrigam coleções. Museologia E Patrimônio, 9(2), 10–27. Recuperado de https://revistamuseologiaepatrimonio.mast.br/index.php/ppgpmus/article/view/481

Edição

Seção

Artigos/Articles