Um fragmento da memória do cinema no Brasil preservado e difundido através de cartazes cinematográficos do Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte, MG
Palavras-chave:
Conservação e Restauração, Digitalização, Cartazes, Museu, CinemaResumo
A preservação do patrimônio cultural tangível compreende, inúmeras vezes, o estabelecimento de diretrizes que permitam a proteção material e a difusão informacional dos objetos salvaguardados. No que concerne ao Museu da Imagem e do Som (MIS) de Belo Horizonte, o processo de gerenciamento do acervo de mais de 1600 cartazes cinematográficos foi pautado na conservação e restauração desses bens culturais em papel e, a posteriori, na sua digitalização, a fim de permitir o acesso generalizado às informações contidas nos pôsteres. Os trabalhos foram executados em um regime de etapas interdependentes: os procedimentos de conservação-restauração e a digitalização. Todas as fases procedimentais foram executadas mediante o acompanhamento documental das atividades desempenhadas, por meio do preenchimento de fichas relativas aos tratamentos de preservação e à digitalização. Os dados gerados foram reunidos em uma base digital alimentada por todos os profissionais envolvidos na realização do trabalho em questão. Concomitantemente à salvaguarda de um acervo relevante para a população belo-horizontina e mineira, o trabalho realizado resulta também na gestão e efetiva difusão patrimonial, por meio de recursos digitais. Como conclusão, pode-se apontar que, no contexto supracitado, recomenda-se que as atividades de preservação e divulgação sejam executadas de maneira integrada, uma vez que se fundamentam em relações dinâmicas estabelecidas entre memória, patrimônio e acesso.Downloads
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