O museu social:
o acontecer da memória no ato de expor
DOI:
https://doi.org/10.52192/1984-3917.2025v18n2p398-426Abstract
Este artigo analisa um percurso expositivo realizado no Museus das Remoções, localizado na Vila Autódromo, Rio de Janeiro. O objetivo é me valer da análise discursiva de uma visitação operada sobre uma expografia que distingue o museu social dos outros processos convencionais de musealização. A abordagem analítica trata de considerar particularmente a visitação presencial como traço que mostra a proposição de um museu de território. Ou seja, a análise opera sobre práticas discursivas da mediação em que não só objetos e artefatos são expostos ao visitante, mas sobretudo o corpo e a voz do mediador que se implica na experiência de trazer a memória que o museu comunitário trabalha para preservar.
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