Dados visuais do Museu Surrupira
corazonar como método em pesquisa educacional
DOI:
https://doi.org/10.52192/1984-3917.2025v18n2p209-227Abstract
Este artigo tem como objetivo refletir sobre o uso dos dados visuais como fundamento metodológico em uma pesquisa de doutorado em desenvolvimento um Programa de Pós-Graduação em Educação da Região Norte, tendo como objeto o Museu Virtual Surrupira de Encantarias Amazônicas. A partir da obra de Marcus Banks (2018) e da perspectiva da etnografia decolonial de Patrício Guerrero Arias (2019), busca-se compreender como a imagem, em suas múltiplas formas, pode operar como dado de pesquisa, articulando-se a experiências sensíveis, práticas educativas, espiritualidades e processos de construção de memória. O artigo analisa três produções visuais do Museu Surrupira: a série documental "Meu Terreiro, Meu Museu", a oficina "Escritas e Visualidades da Cabocla Mariana" e o material pedagógico composto por almanaque e zine[1]. Como conclusão, aponta-se que os dados visuais, quando ancorados em práticas coletivas e decoloniais, não apenas registram realidades, mas contribuem para a construção de epistemologias outras no campo da educação, afirmando o valor da imagem como linguagem de saber.
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