Patrimônio e educação como práticas da liberdade
a potencialidade dos Inventários Participativos
DOI:
https://doi.org/10.52192/1984-3917.2025v18n2p448-464Resumo
Este artigo parte do reconhecimento da desigualdade presente no patrimônio protegido pelos órgãoes de preservação e, consequentemente, da necessidade de se criar concepções educativas que promovam a problematização e a reflexão crítica dos patrimônio culturais. Para esse esforço analítico são contrapostos os conceitos de patrimônio concebido, relacionado a uma educação de dominação, e de patrimônio vivido, relacionado à educação para a liberdade. Como demonstração dessa educação emancipadora, os Inventários Participativos são apresentados como potencialidade. Duas experiências de inventários desenvolvidas pela Rede Paulista de Educação Patrimonial são apresentadas. Ao final, a concepção de Simone Weil sobre o enraizamento é mobilizado para encaminhar perspectivas de educação patrimonial ou museal que visem a transformação da sociedade a partir da promoção de relações coletivas.
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