O Museu “achado na rua ou no rio”
reflexões em torno de experimentos docentes
DOI:
https://doi.org/10.52192/1984-3917.2025v18n2p228-255Abstract
O presente artigo propõe-se a estabelecer um diálogo entre o ensino de História, no âmbito das Licenciaturas, e sua interação com museus e o patrimônio de maneira geral, tendo como foco a dimensão urbana e seus marcos de referência, na busca de quebrar fronteiras entre museus e ruas, com ênfase no exercício do olhar histórico, que indaga, questiona, problematiza, contextualiza, relaciona. Dessa forma, entende-se a fruição do espaço urbano, museal ou não museal, como território de incursões que estimulem esse olhar. De maneira mais específica, traz uma série de experiências realizadas na cidade de (nome da cidade) e seu entorno, a partir das práticas na disciplina (nome da disciplina), da Universidade (nome da Universidade), discutindo de forma sucinta sua implantação e dinâmica e uma série de experiências com Estudos do Meio voltados para o estímulo à construção coletiva desse olhar pelos participantes. Lugares como ruas, bens patrimoniais tombados, o Estuário de um rio, instituições culturais e museológicas e eventos, como uma observação de um fenômeno astronômico no século XIX em uma Capela de uma comunidade de pescadores, estão entre as atividades realizadas, sendo trazidas, ao final, algumas falas, visando apontar algumas percepções elaboradas pelos participantes. Busca-se reconhecer as necessárias ligações entre a pesquisa e o ensino de história e as dimensões patrimoniais e museológicas, bem como observar as peculiaridades dos espaços, mas, principalmente, trazer o olhar “de fora” do docente dos estudantes que visitam esses espaços, de forma a buscar uma rede de diálogos entre os distintos sujeitos da educação e do campo patrimonial.
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