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Autores/as

  • Moisés Corrêa Silva UFJF
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DOI:

https://doi.org/10.52192/1984-3917.2025v18n2p272-292

Resumen

In this article, we propose to reflect on the challenges and possibilities of teaching African history through museum education, with a focus on public museological institutions in Brazil. Our aim is to examine the ways in which museums can — or cannot — contribute to a critical and decolonizing pedagogy concerning African histories and their diasporas. The article is structured around a debate articulated through three interdependent analytical movements that support the reflections developed throughout the text. These movements are interconnected with a broader issue: the urgent need to rethink Brazilian public museums as pedagogical agents capable of shifting the ways in which Africa is taught and learned. The goal, therefore, is not merely to map experiences, but to understand the contested meanings that shape the presence (or absence) of African history within institutionalized memory spaces. Drawing from situated examples — such as the Museum of Inconfidência (in Ouro Preto, Minas Gerais) and the Museum of Abolition (in Recife, Pernambuco) — we aim to demonstrate how these insurgent pedagogical practices can contribute to a more robust, situated, and epistemologically engaged teaching of African history.

Key-Words: African history; Museum Education; Decolonial Pedagogy.

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Biografía del autor/a

Moisés Corrêa Silva, UFJF

Doutorado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2023). Mestrado em História pela Universidade Federal Fluminense (2018). Licenciado e Bacharel em História pela Universidade Federal Fluminense (2011). Foi monitor da disciplina de Teoria, Métodos e Historiografia do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense (2009). Atuou como estagiário do Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro, como Assistente de Pesquisa (2010-2011). Exerceu como Pesquisador atividades em projetos vinculados aos acervos históricos, fontes orais e material audiovisual no Museu da Pessoa (2014-2015). Atuou como educador na Pinacoteca do Estado de São Paulo (2014-2015). Foi produtor cultural e educador nas iniciativas coletivas Afreaka e Aprender com África, visando a difusão do conhecimento sobre a África e as culturas afro-brasileiras (2016-2017). Foi professor substituto na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (2019). Atuou como Técnico em Assuntos Educacionais na Diretoria de Cultura do Colégio Pedro II (2019-2023). Coordenou o Núcleo de Educação do Museu Histórico Nacional-IBRAM (2023). Atua como educador em cursos de dança afro-brasileira, além de oferecer serviços de pesquisa em memória, história e patrimônio; e nos temas relacionados às histórias e culturas africanas, afrobrasileiras e indígenas.

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Doutoranda em Museologia pela cátedra UNESCO Educação, Cidadania e Diversidade Cultural na ULHT-Lisboa (2025). Mestre em Artes com ênfase em História da Arte pela UFMG (2014). Especialista em Arte-Educação pela UEMG (2008). Graduada em História: Bacharelado e Licenciatura pela PUC-MG (2005). Experiência em docência, mediação cultural, diálogo social, relacionamento com comunidades no contexto minerário, elaboração e execução de projetos culturais, educativos e socioambientais; coordenação de equipe e habilidade em dialogar com distintos públicos. Atualmente desenvolve pesquisa relacionada ao uso de metodologias participativas para ações de seleção e preservação do patrimônio cultural, na interseção das áreas de História, Artes, Educação e Museologia.

Publicado

2025-12-31

Cómo citar

Corrêa Silva, M., & Neves, A. L. (2025). Português: Português. Museologia E Patrimônio, 19(2), 272–292. https://doi.org/10.52192/1984-3917.2025v18n2p272-292

Número

Sección

Dossier "Museología Social y Educación en Museos"